
Enchentes no RS, quando se importar é nossa melhor escolha
Já falamos aqui sobre o trabalho voluntário, mas não tivemos ainda a chance de falar sobre solidariedade diante de desastres que arrasam comunidades inteiras.
Hoje, os números das enchentes no Rio Grande do Sul nos convocam ao tema: já passam de 83 os mortos e de 111 os desaparecidos. O governo federal reconheceu calamidade pública em 336, ou seja, dois terços dos municípios gaúchos.
Ainda que estejamos alheios ao noticiário, a pergunta que não quer calar é: afinal, o que temos a ver com isso?
A condição humana nos aproxima a todos e nos dá a escolha de nos importarmos. Mais que isso, nos dá a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro e de agirmos na sua direção.
Catástrofes naturais, epidemias e pandemias acontecem democraticamente no mundo todo e não são seletivos quanto às suas vítimas. Que decisão gostaríamos que o outro tomasse caso um dia chegue a nossa vez?
Para ajudar, basta procurar o canal de doações oficial do governo do estado (SOS Rio Grande do Sul, cuja conta é vinculada ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul – Banrisul) ou selecionar umas das muitas instituições sérias que estão coordenando esforços em auxílio à população gaúcha, como a CUFA RS.